Refugiada sou

Refugiada Sou é uma reflexão visual sobre deslocamento, resistência e identidade, entrelaçando minha pesquisa sobre ancestralidade e herança com a força das vozes que carregamos em nossos rostos. A obra explora o impacto humano e emocional de se estar em constante trânsito, seja forçado por conflitos, desigualdades ou pela busca de pertencimento em um mundo que, muitas vezes, rejeita o diferente.
O rosto retratado simboliza as histórias de quem precisa abandonar suas raízes para sobreviver, mas também carrega a força e a resiliência de quem ressignifica o que é lar e comunidade. As linhas e texturas expressam as cicatrizes e as memórias que acompanham os refugiados, enquanto as cores vibrantes ressaltam a esperança e a capacidade de reconstruir.
Essa obra é uma homenagem às pessoas refugiadas, reconhecendo sua singularidade e complexidade, e um convite à empatia e ao reconhecimento das conexões que nos unem como humanidade compartilhada.