Bruma da memória (dia dos pais)

A obra apresenta uma paisagem marinha atravessada pela memória. A composição é construída por movimentos ondulados que evocam reflexos d’água, criando um campo líquido onde superfície e profundidade se misturam.

No centro, surge a cena de abraço entre filha e pai, parcialmente submersos. O contraste entre os tons quentes das figuras e a atmosfera fria do entorno evidencia o afeto como ponto de permanência.

O mar atua como símbolo da memória afetiva, envolvendo e preservando esse vínculo, proposto na obra como expressão de cuidado, proteção e continuidade.

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