Minha Sereia

Minha Sereia
Nasce das águas afetivas da infância e do imaginário litorâneo de Maceió, esta sereia não habita apenas o mar, habita a memória. Sua figura emerge entre corais, correntes e arabescos como símbolo de liberdade, encanto e pertencimento. Os tons vibrantes evocam a luminosidade alagoana, enquanto o movimento orgânico dos cabelos e das águas parece dançar ao ritmo de Minha Sereia, do cantor e compositor alagoano Carlos Moura, canção tornada hino afetivo de Maceió.
A obra costura lembrança e mito, território e fabulação. A Praia da Sereia reaparece como paisagem interior, lugar onde memória e invenção se encontram. Mais do que representar uma sereia, a composição a reinventa como entidade poética, guardiã das marés da infância, do feminino encantado e da cultura marítima que pulsa na obra e na canção.

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